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TEMPO

Calor predomina em Rondônia, mas Porto Velho pode ter pancadas isoladas de chuva

Porto Velho terá máximas de até 34°C e possibilidade de chuva entre a tarde e a noite

Publicado em 15/07/2026 às 09:21

O tempo segue típico do verão amazônico em Rondônia nesta quarta-feira (15), com predomínio de calor, baixa umidade e possibilidade de pancadas isoladas de chuva em diversas regiões do estado. Em Porto Velho, a previsão é de sol entre nuvens durante a manhã e aumento da nebulosidade ao longo do dia, com chance de chuva rápida entre a tarde e a noite. As temperaturas na capital devem variar entre 23°C e 33°C.

Na quinta-feira (16), o cenário deve se repetir em Porto Velho, com temperaturas entre 23°C e 34°C e previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas no período da tarde e da noite. Já na sexta-feira (17), os termômetros devem permanecer próximos dos 33°C, com tempo abafado e possibilidade de chuva fraca em pontos isolados da capital.

Para o sábado (18) e domingo (19), a tendência é de manutenção do calor e da elevada umidade do ar, com máximas entre 32°C e 33°C e ocorrência de chuvas rápidas, principalmente no final das tardes e durante a noite.

No interior do estado, municípios das regiões do Vale do Jamari, Zona da Mata, Central e Cone Sul devem registrar comportamento semelhante, com manhãs de sol e temperaturas elevadas, seguidas por aumento da nebulosidade e possibilidade de pancadas isoladas ao longo do dia. Cidades como Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena devem registrar máximas entre 31°C e 34°C durante a semana.

Segundo os institutos meteorológicos, as instabilidades continuam atuando sobre parte da região Norte, favorecendo a formação de nuvens carregadas em Rondônia, principalmente durante o período da tarde. Apesar disso, julho continua sendo um dos meses mais secos do ano no estado, com redução gradual das chuvas e queda da umidade relativa do ar em algumas regiões durante as horas mais quentes do dia.

Meteorologistas também acompanham a possibilidade de novas friagens ao longo da segunda quinzena de julho, fenômeno comum nesta época do ano na Amazônia Ocidental e que pode provocar queda nas temperaturas, especialmente no Cone Sul e na região da fronteira com a Bolívia.

Fonte: Redação