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CULTURA

Sesc Amazônia das Artes abre exposição “Imaginando a Encantaria” em Porto Velho

Mostra do artista maranhense Waldeir Brito será lançada nesta sexta-feira (7), no Sesc Centro Cultural.

Publicado em 06/11/2025 às 11:57

(Foto: Reprodução)

A cena cultural de Porto Velho ganha um novo destaque a partir desta sexta-feira (7) com a abertura da exposição “Imaginando a Encantaria”, que marca o início do Sesc Amazônia das Artes 2025 na capital rondoniense. O lançamento oficial acontece com vernissage e coffee break, das 10h às 13h, na Galeria de Artes Rita Queiroz, no Sesc Centro Cultural Gladstone Nogueira Frota.

Assinada pelo artista visual maranhense Waldeir Brito, a mostra propõe uma imersão no universo simbólico e místico da cultura popular maranhense, trazendo referências aos encantados, tradições como Tambor de Mina, Terecô e Cura (pajelança), e à lendária Família de Légua.

O universo da encantaria

Em “Imaginando a Encantaria”, Waldeir Brito conduz o público por uma narrativa visual guiada pelo personagem “O Andarilho”, figura que costura e conecta as obras, convidando à reflexão sobre as raízes espirituais e o imaginário popular do Maranhão. A exposição utiliza traços e hachuras para dar forma ao fantástico e ao sagrado, revelando um trabalho que une pesquisa artística, tradição oral e experimentação visual.

O projeto nasceu a partir do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Waldeir Brito, formado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), e originou também uma revista homônima, lançada em 2023. O artista é reconhecido por sua dedicação à divulgação cultural e educacional, sendo um dos nomes de destaque no circuito nacional do Sesc Amazônia das Artes.

Serviço

A exposição é classificação livre e fica aberta à visitação até o dia 4 de dezembro de 2025, das 8h às 17h, no Sesc Centro Cultural Gladstone Nogueira Frota, localizado na Avenida Campos Sales, 2666 – Centro.

Com a mostra, o Sesc Amazônia das Artes reforça sua missão de valorizar a produção artística da região Norte e promover o intercâmbio cultural entre os estados amazônicos, conectando público, arte e identidade regional.

Fonte: Da Redação