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POLÍTICA

Pesquisa revela disputas acirradas pela sucessão ao Palácio Rio Madeira

Estudo ouviu 1.545 eleitores em 36 municípios rondonienses entre 9 e 13 de agosto.

Publicado em 18/08/2025 às 11:54

(Foto: Daiane Mendonça/Secom-RO-Divulgação)

Um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, realizado entre os dias 9 e 13 de agosto com 1.545 eleitores em 36 municípios de Rondônia, traz um panorama detalhado das intenções de voto para o governo do estado nas eleições de 2026. O estudo, encomendado pelo Portal Rondovisão, simulou nove cenários diferentes de primeiro e segundo turno. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%.

No primeiro cenário estimulado, a pesquisa indicou um líder isolado, seguido pelo prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, e outros nomes de peso da política rondoniense, como o senador Confúcio Moura e o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves. O vice-governador Sérgio Gonçalves e Samuel Costa registraram índices mais baixos. Entre os eleitores, 6,6% não souberam responder e 11,1% declararam voto nulo, branco ou em nenhum candidato.

Com a inclusão do senador Marcos Rogério no segundo cenário, os números mostraram disputa equilibrada pela liderança, enquanto, em outro quadro sem a presença do atual líder, Rogério assumiu a dianteira, seguido de perto por Fúria.

No cenário com a presença de Ivo Cassol, Jaime Bagattoli, Alex Redano e Acir Gurgacz, os resultados ficaram tecnicamente empatados: Cassol, Fernando Máximo, Rogério e Fúria aparecem na casa dos 15% a 17%.

Já nos cenários de segundo turno, a pesquisa apontou vantagem consistente de um dos pré-candidatos contra Hildon Chaves e Adailton Fúria, enquanto a disputa contra Marcos Rogério mostrou equilíbrio técnico. Em outros testes diretos, Rogério apareceu à frente em confrontos com Hildon e Fúria.

Além do governo estadual, o levantamento avaliou também as intenções de voto ao Senado Federal, já que Rondônia elegerá dois representantes em 2026. O processo amostral incluiu sorteio probabilístico de municípios e localidades, além da aplicação de quotas de gênero, idade, escolaridade e renda. Para garantir a confiabilidade, 20% dos questionários foram auditados.

O Instituto Paraná Pesquisas, responsável pelo estudo, atua há 34 anos na realização de pesquisas de opinião pública, política e de mercado em todo o país.

Fonte: Da Redação